No futuro, o ar condicionado vai seguir você


Talvez em sua cidade a situação esteja diferente, mas em São Paulo o calor está tão intenso que sair para as ruas e ficar longe de ventiladores e do ar condicionado é um desafio para a força de vontade.

E, ao ficarmos dentro de casa ou nas próprias empresas, a conta da energia vai lá para o alto, por conta dos aparelhos que usamos para nos refrescar.

Mas o MIT parece ter criado uma solução. O laboratório Senseable City da instituição está desenvolvendo um protótipo que gera uma espécie de 'nuvem' de ar fresquinho ao nosso redor. O princípio é simples: para que gastar mais energia para refrescar o ar de um edifício inteiro se é possível refrescar uma área menor ao redor dos humanos?

O protótipo, chamado de Cloud Cast, é formado por uma série de cilindros de alumínio que possuem sensores ultrassônicos capazes de apontar a localização e a movimentação de humanos. Com essa informação, nebulizadores jogam uma 'nuvem' de ar fresco e umidade nas pessoas - tudo para combater os efeitos de climas desérticos.

Não é o primeiro protótipo do gênero criado pelo MIT. Recentemente eles apresentaram o oposto do Cloud Cast, o Local Warming, que é um aquecedor capaz de esquentar nossos arredores.

Galileu

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