Um homem ou um rato?

Uma equipe do Hospital Infantil de Cincinnati, nos Estados Unidos, converteu células retiradas da pele e do sangue de adultos em células-tronco com capacidade para se desenvolver em qualquer tecido do corpo.


Uma combinação específica de moléculas usada durante o processo garantiu que o tecido, nesse caso, fosse o do intestino. As células-tronco foram então implantadas em ratos geneticamente modificados e, em algumas semanas, cresceram e se multiplicaram até formar uma estrutura semelhante à do intestino humano.

A ideia agora é estudar distúrbios ligados ao sistema digestivo (como a doença de Crohn, provocada pela desregulação do sistema imunológico), testar tratamentos e remédios nos bichinhos antes de aplicá-los em seres humanos e até usar células da própria pessoa para reproduzir o tecido que pode substituir os órgãos danificados.

Galileu

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