Pesquisa sobre eficácia da coleira avança

A equipe de técnicos da Secretaria de Saúde de Rondonópolis que é responsável pela pesquisa sobre a eficácia da coleira especial na prevenção da leishmaniose em cães, concluiu a segunda fase do trabalho na semana passada. O veterinário Kleysller Willon explica que todos os dados coletados vão ser enviados ao Ministério da Saúde que lançou o programa junto com a Fiocruz. Agora começa a coleta de sangue de animais que participam da pesquisa sem a coleira. O que serve para comparar a incidência da doença nos dois grupos.


Kleysller Willon conta que o Ministério da Saúde selecionou 1.500 cães no Parque Universitário, Pedra 90, Vila Olinda e Residencial Ana Carla para receberem a coleira durante a pesquisa sobre a eficácia do instrumento. Outros 1.500 animais de bairros vizinhos são observados sem a coleira. A cada três meses é feita a troca da coleira nos cachorros selecionados e coleta de sangue nos demais. Os cães sem coleira são do Rui Barbosa, Vila Rica, Padre Lothar, Antonio Geraldini, Parque Oásis, Paineiras, Maria Tereza e Tancredo Neves.

No total, devem ser realizados nove mil exames de sangue nos três mil animais que fazem parte da pesquisa. Rondonópolis está entre as oito cidades brasileiras contempladas com a pesquisa que visa atestar ou não a eficácia da coleira com capacidade de repelir o mosquito transmissor da leishmaniose.

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