Ciência cria vinho sem ressaca

Ao mudar o DNA da levedura usada para fermentar a bebida, cientistas da Universidade de Illinois (EUA) criam o vinho que não dá ressaca. Agora, o perigo é o prejuízo à boa forma ser maior que o causado à moral.

Há quem justifique taças a mais invocando os benefícios do resveratrol, um polifenol encontrado em maior concentração na película das uvas e no vinho tinto que faz bem ao coração.

Entretanto, como tudo em exagero, fica sempre o risco da ressaca – sem falar nas calorias que vêm no álcool.
Mas pelo menos um dos lados desta balança poderá ser alterado.
Isso porque cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, descobriram uma forma de manipular o código genético da levedura usada na produção de vinho.
Com isso, é possível conseguir diminuir os efeitos tóxicos do vinho, o que pode melhorar o seu impacto na saúde e diminuir as esperadas dores de cabeça que o excesso provoca no dia seguinte.
Na experiência foi utilizada uma “faca de genoma”, que permitiu alterar o código genético de vários tipos de levedura, com os quais se produz vinho, pão, cerveja, e outros produtos à base de fermentação.

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