Pit Bull escapa depois de ser enterrada viva e ganha novo lar em fazenda

Um cão de rua da raça pit bull conseguiu sobreviver a uma série de provações incríveis, incluindo ser enterrado vivo, em Washignton nos Estados Unidos. A história aconteceu em Moses Lake. Morando em uma casa de sucatas improvisada por trabalhadores de uma fazenda próxima a qual ela frequentava, a triste vida solitária desta pit bull quase foi interrompida um pouco antes, em fevereiro, quando foi atingida por um carro. 

No que pareceu ser uma tentativa equivocada de acabar com o seu sofrimento, um dos trabalhadores rurais a golpeou na cabeça com um martelo. Acreditando-se estar morta, a cachorra foi enterrada – viva – em um campo, mas mesmo assim, Theia, como é chamada, se recusou a desistir da vida. Os relatos são da estação de notícias KHQ e as informações do The Dodo.
Quatro dias depois, ela foi descoberta andando ao redor da fazenda, ferida e suja, após ter sido retirada do seu túmulo.Os administradores da fazenda a levaram imediatamente ao veterinário, onde seus ferimentos foram tratados, incluindo um maxilar deslocado e um corte na cavidade do seio que exigiria uma cirurgia para reparação.
Depois de saber da história, Sara Mellado, uma residente local, se comoveu e ofereceu à Theia um novo lar, com a certeza de que ela pudesse se recuperar e finalmente encontrar uma casa para sempre.
Facebook/Sara Mellado
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Os médicos da Universidade Veterinária da Washington estão otimistas que a cavidade do seio de Theia pode ser reconstruída, permitindo-lhe respirar normalmente, mas a cirurgia não sairá barato. A página GoFundMe foi lançada na internet buscando doações para os $ 10.000 do procedimento. Todos se sensibilizaram e foram levantados mais de 15.200 a partir de apenas centenas de doadores.
Charlie Powell, oficial de comunicações no hospital veterinário da faculdade, disse ao The Dodo que por enquanto o corpo de Theia ainda precisa de alguns cuidados, mas seu espírito está tão forte como nunca para retornar a tantas pessoas que a amam.
“Se você fosse parar para atender a esta cachorra, você não teria idéia do que ela já passou. Ela não guarda rancor. Para ela, trata-se de: Onde está a próxima refeição? Que mão eu posso lamber a seguir? O quanto eu posso brincar?”, diz Powell sobre a guerreira sobrevivente.
Facebook/Sara Mellado
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