Cápsulas para fazer refrigerante em casa começam a ser vendidas

A fabricante de eletrodomésticos Whirlpool e a de bebidas Ambev anunciaram nesta terça-feira (19) o início da joint venture B.blend Máquinas e Bebidas S.A, que tem o objetivo de produzir e vender bebidas não-alcoólicas em cápsulas para a máquina Brastemp B.blend. A máquina, que custa R$ 3.499, começou a ser vendida nesta terça-feira (19) nas cidades de São Paulo, Campinas e região.


O primeiro produto da Ambev a ser produzido em cápsulas será o Guaraná Antarctica. De acordo com a empresa, as cápsulas do refrigerante estarão disponíveis para venda ainda este ano por meio do site da B.blend.


A máquina B.blend transforma cápsulas em bebidas quentes, geladas, com ou sem gás. É possível produzir 10 tipos de bebidas em mais de 20 sabores diferentes. A máquina produizirá café, chocolates, chás, coquetéis, sucos, ice teas, nectars, frapê, refrigerantes e energéticos, além de purificar água. A tecnologia identifica automaticamente a bebida e a prepara para o consumo. O consumidor só precisa escolher a cápsula e apertar o botão. As cápsulas custarão entre R$ 1,49 e R$ 4,49.
A Ambev e a Whirlpool possuem 50% de participação cada na B.blend Máquinas e Bebidas S.A..Disponível nas cores graphite (grafite), pepper (vermelha) e berry (roxa), a máquina será comercializada, inicialmente, por meio do site www.bblend.com.br, para entrega na cidade de São Paulo, Campinas e região.


As vendas da B.blend iniciam com um pacote especial, chamado B.blend Experience, voltado aos primeiros 500 compradores da máquina. “Entre as vantagens estão kits especiais com 100 cápsulas, recebimento em primeira mão dos sabores que serão lançados em 2015 e convites para eventos de co-criação de novas bebidas B.blend”, diz Thiago Nori, CEO da joint venture B.blend.
A B.blend foi apresentada ao mercado em agosto de 2014 pela Brastemp. Segundo a Ambev, o produto oferecerá inovação contínua, pois permitirá o desenvolvimento de novos sabores, a customização de bebidas de acordo com as preferências regionais e, futuramente, contará com a influência dos próprios consumidores.

G1

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