4 situações piores do que a morte, segundo pacientes terminais

Se você já soltou o clássico contemporâneo “queria estar morta” na frente de sua avó, é provável que tenha ouvido um típico “que horror!” em resposta. 


Um grupo de psicólogos e médicos liderados por Emily Rubin, pesquisadora da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, resolveu acabar de vez com a graça de Lana Del Rey e descobrir em quais situações seria realmente preferível morrer. Um assunto delicado.

Eles perguntaram a pacientes em estado terminal do Hospital da Pensilvânia quais limitações cognitivas ou motoras seriam tão graves quanto ou mesmo piores que amorte. Foram 180 entrevistados, que deram entrada entre julho de 2015 e março de 2016 com problemas como câncer, doenças cardíacas e problemas de obstrução pulmonar.

A (1) incontinência foi a campeã da lista: 68,9% dos entrevistados afirmaram que seria preferível morrer a perde o controle sobre a bexiga ou o intestino. Em segundo lugar, com 67,2%, veio a necessidade de usar uma máquina de (2) respiração artificial. 55,6% dos entrevistados afirmaram que morrer é um destino melhor que (3) ser alimentado por meio de um tubo, assim como 53,9% dos que foram questionados em relação uma afirmação mais genérica: (4) precisar do cuidado de outras pessoas constantemente.

De acordo com os próprios pesquisadores, porém, a pesquisa foi feita com uma amostra estatística bastante limitada. Além disso, há outro fator interessante em jogo: nenhum dos entrevistados já havia passado por essas necessidades antes, e é comprovado que temos uma tendência a superestimar situações desconhecidas.

Com informações de Quartz.
A pesquisa completa está disponível aqui.

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