‘Chuva dourada’: fetiche de urinar no parceiro traz risco à saúde

Recentemente, Donald Trump foi alvo de mais uma polêmica. 

Um dossiê, cuja veracidade não foi confirmada, afirmou, entre outras coisas, que ele seria adepto da “chuva dourada”, termo popular para o fetiche de urinar no parceiro – a urofilia. Trump negou o conteúdo do documento. Mesmo assim, a notícia, digamos, curiosa, deu o que falar.
Afinal, a ‘chuva dourada’ é uma ameaça para a saúde?
De acordo com o infectologista Artur Timerman, a urina é primordialmente uma substância estéril, ou seja, livre de germes. No entanto, bactérias e vírus podem eventualmente aparecer na urina e, dessa forma, serem transmitidos, em especial se entrarem em contato com algum machucado do parceiro ou se a urina for engolida. A clamídia e o zika são doenças que podem ser passadas dessa forma. A clamídia é uma doença sexualmente transmissível, muitas vezes assintomática, que pode ser secretada e, consequentemente, transmitida pela urina. O vírus zika também pode ser encontrado na urina e possivelmente transmitido até 14 dias após o quadro agudo da infecção. Por outro lado, se em contato com pele íntegra, não há risco.

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